O que eu posso fazer para essa Páscoa ser diferente?

Mais uma Páscoa, mais um ano em que vemos os supermercados cheios de ovos com brinquedos e ‘surpresas’, além das decorações com coelhos, ovos e cenouras por todos os lados.

Em mais um ano, ronda-nos a pergunta: o que posso fazer para a minha criança vivenciar a Páscoa de forma plena e não só consumista?

 

 

Nesse artigo, você encontrará:

  •    o que é a Páscoa para uma criança
  •    qualidades associadas à Páscoa
  •    4 dicas para tornar a Páscoa uma festa inesquecível

 

 

 

 

O QUE É A PÁSCOA PARA UMA CRIANÇA?

 

Todo ano, a gente se preocupa com o que fazer com as crianças para que a Páscoa seja vivenciada com alegria e sem a superficialidade dos dias de hoje.

E a gente tem que se preocupar mesmo, sabe por que?

Porque a Páscoa será para a criança o que ela vivenciar nesse período do ano.

 

O que quero dizer com isso?

O que chamamos de “Páscoa” é uma mistura de todas as nossas vivências e lembranças das Páscoas passadas. A criança, por ter vivenciado poucas, ainda está construindo a sua percepção do que os adultos denominam ‘Páscoa’.

Assim, cada ano é importante e intenso para a criança. Tudo o que ela escuta, vê, come, faz, sente nesse período é vivido com entrega e curiosidade.

 

Pois é, está nas nossas mãos a possibilidade de oferecermos uma festa com tradição e encantamento.

Nossa primeira tarefa, como educadores, é nos conectarmos com os fundamentos dessa celebração.

Sendo ou não católicos, sabemos que as raízes da Páscoa cristã estão em rituais pagãos do equinócio da primavera (hemisfério norte). Era um momento da passagem do inverno para a primavera, uma grande transformação da natureza visível a todos. O “sono”, a “morte” da natureza que todos percebiam no inverno agora se transformariam nas cores, aromas, na leveza, no frescor da primavera, cheia de vida.

Todas essas qualidades foram incorporadas pela Páscoa cristã para falar sobre o caminho final do Cristo: passagem, transformação, morte, vida, ressurreição, interiorização, purificação, renascimento…

Dessa forma, você pode vivenciar a Páscoa como quiser, baseando-se mais nos símbolos cristãos ou nas antigas raízes pagãs da festa.

Veja essa linda história para a Páscoa: https://www.youtube.com/watch?v=JujndzUNujc

 

E depois de resgatarmos os fundamentos da festa para nós mesmos, é hora de agir! É hora de pensar e criar atividades para as crianças!

 

A seguir, 4 dicas para tornar a Páscoa uma festa inesquecível:

  • O tempo da festa para a criança
  • O outono
  • Reaprendendo a festejar: antes, durante, depois
  • Explorando os símbolos da Páscoa

 

O TEMPO DA FESTA PARA A CRIANÇA

 

Se uma criança te pergunta: “quando é a Páscoa? A Páscoa está longe?”

O que você responderia?

Adianta mostrar um calendário com a data da Páscoa para uma criança pequena do primeiro setênio de vida?

Não adianta. Até porque a Páscoa é uma festa com data móvel. Não é como o Natal, que todo ano será no dia 25 de dezembro…

O domingo de Páscoa sempre cairá no primeiro domingo de lua cheia depois da entrada do outono (no hemisfério sul) e da entrada da primavera (no hemisfério norte).

Como a criança ainda não tem a percepção do tempo como nós, adultos, as noções de passado-presente-futuro são conceitos muito distantes.

 

 

O que fazer, então?

Para a criança, a vivência dos elementos naturais a ajuda a marcar o tempo!

Se, a cada estação do ano, nós acompanhamos suas transformações com observações, brincadeiras, cantigas e histórias, a criança segue interiormente o ritmo da natureza.

Quando chega o outono e nós observamos as árvores da nossa rua, colhemos folhas secas e observamos de forma lúdica tudo o que se transformou, ela aprende que o outono chegou. E que, logo depois, virá Páscoa.

 

 

Então, uma boa resposta para a pergunta: “quando é a Páscoa? A Páscoa está longe?”, seria:

“Ah, a Páscoa chega depois do outono, quando a lua fica cheia. Será que o outono já chegou?”

E assim, a curiosidade da criança foi despertada. Ela vai desejar olhar o céu, as plantas, as fases da lua. E a espera pela Páscoa acontecerá com muita atividade interior e não passividade.

 

Dessa forma, a criança aprende a estabelecer uma relação com os ritmos da natureza. E, gradualmente, ela desenvolverá uma observação que será muito rica para quando ela estudar geografia, biologia, física no futuro, pois ela terá vivências pessoais com aquilo que ela aprenderá na escola mais adiante.

Além disso, essa percepção do tempo é uma base para que ela aprenda depois o “tempo do relógio”, o tempo que usamos para ordenar a nossa vida social.

 

Segredo: essa conexão com as estações do ano traz segurança à criança, pois ela sente que pode confiar nesse ritmo maior da natureza, um ritmo que sempre se repete, não falha. Além disso, as estações trazem um senso de igualdade para todos os seres da natureza. O outono é outono para os seres humanos, para os animais, para as plantas… Estamos todos dentro da mesma atmosfera sazonal.

 

O OUTONO

 

Com a aproximação do outono, a gente percebe outra luminosidade, um ventinho se faz presente, a natureza parece iniciar um movimento de recolhimento…

 

 

Parece que depois da exuberância do verão, a natureza se prepara lentamente para dormir no inverno que virá em seguida. E o outono é esse período de transição, em que vemos as qualidades do verão se misturarem com as do inverno, em combinações diferentes.

Tem dias mais frios, outros mais quentes. As oscilações se fazem notar, mas a temperatura fica mais amena do que no verão.

O verde das plantas não é tão intenso, parece que desbota a cada dia. As flores não estão no seu apogeu de cores e perfumes.

Ao caminharmos pelas ruas e praças, vemos o chão coberto por folhas, que vão secando a cada dia e são levadas pelo vento. Vemos sementinhas espalhadas também.

 

Se nós educadores despertarmos o nosso olhar para o que acontece na natureza ao nosso redor, poderemos propôr às crianças atividades que as conectem com o tempo da natureza. Algumas ideias:

 

– recolher folhas para fazer coroas, pulseira, colares, penduricalhos. Veja o vídeo de como fazer coroa de folhas: https://www.youtube.com/watch?v=AIKcYhRtCq4

 

– recolher sementes e colocá-las em um vidro ou para serem plantadas posteriormente

 

– aproveitar o ventinho e fazer brinquedos/brincadeiras que interajam com ele: cata-ventos, bolhas de sabão, sementes em forma de hélice, correr, balançar, brincar de roda…

Esse é o link para o vídeo com sementes em forma de hélice: https://www.youtube.com/watch?v=F5sIWjTUaNo

E esse é o link para uma brincadeira de roda que fala de borboletas: https://www.youtube.com/watch?v=P6iCdH-JA4A

 

– selecionar músicas, histórias, versos, adivinhas, parlendas e brincadeiras que permitam à criança a vivência dessas qualidades expressas pela natureza

 

Veja algumas formas de brincar com folhas:

 

                  

 

E ainda:

 

            

 

 

Vamos curtir o outono antes, durante e depois da Páscoa?

 

 

REAPRENDENDO A FESTEJAR: ANTES, DURANTE, DEPOIS

 

Quando a gente ouve a palavra “festa” já dá um frisson pra saber festa de quem, quando, onde, pra quê… Festejar traz alegria, lembranças, coloca-nos em contato com outras pessoas.

Mas, parece que ultimamente as festas estão superficiais, que o motivo da festa tem ficado em segundo plano, que as roupas, comidas, o dinheiro e status social estão muito valorizados…

Mas, se está assim, não precisa continuar assim! Vamos mudar!

Toda festividade, seja ela um aniversário, batizado, casamento ou Natal, pode ser vivenciada de várias maneiras, em várias camadas.

Vamos pensar nos 3 momentos de uma festa: antes – durante – depois.

 

ANTES – viver as expectativas, a preparação, o imaginar a festa

 

A gente espera o dia X, como se só o dia da festa valesse a pena!

Mas a preparação para um evento especial já tem um gostinho diferente. E saber saborear essa prévia é nossa função como educadores, para ensinarmos as crianças a curtirem também as etapas de preparação.

Na Páscoa, por exemplo, é hora de decorar a casa:

 

 

– colocar uma guirlanda de Páscoa na porta de casa

 

-preparar um galho seco com ovinhos pendurados (uma versão outonal da árvore de páscoa primaveril dos países do hemisfério norte)

 

– colocar uma cesta de Páscoa vazia que, aos poucos, vai sendo preenchida por ovos pintados pelas crianças (e que serão os presentes para pessoas queridas)

 

 

 

– dispôr pela casa outros objetos de decoração (por exemplo, ovos, coelhos, galinhas, as lagartas que vão formando o seu casulo e no dia de páscoa viram borboletas)

 

– preparar um ninho com palha e folhas secas para o coelho deixar o ovo da Páscoa

 

 

 

 

– fazer com a criança um novo objeto de decoração de Páscoa para a casa ou mesmo atividades manuais que mostrem a transformação de algo (papel reciclado, reciclar giz de cera, papel machê, retalhos de pano que se transformam em algo bonito…)

 

– colocar flores da época em cômodos da casa e priorizar as frutas da época na fruteira

 

 

 

 

 

– fazer um cantinho da época que represente a transformação e outras qualidades da Páscoa

 

– fazer biscoitos em forma de sol, galo, coelho, borboleta

 

– limpar algum cômodo da casa, gavetas ou brinquedos, a horta/vasos são atividades que nos remetem à purificação

 

 

– recolher folhas secas e deixar num cantinho para os “coelhos” prepararem seus ninhos (no dia seguinte, algumas dessas folhas devem ter sumido, pois os coelhos as usaram…)

 

– fazer desenhos ou cartões para dar de presente para pessoas queridas

 

– resgatar as cantigas, versos, brincadeiras e histórias da época da Páscoa, que reforçam o simbolismo do que queremos transmitir

 

– planejar o domingo de Páscoa: se viajaremos, se iremos a casa de alguém ou receberemos convidados em casa

 

– relembrar a Páscoa do ano anterior

 

 

 

– ao longo da Semana Santa, acender uma vela todos os dias (no café da manhã, no almoço ou no jantar)

 

– no sábado de Aleluia, preparar juntos o pão da Páscoa que será comido na manhã seguinte

 

 

DURANTE – o dia chegou!

 

Bem, aí chega o dia da festa, seja ela qual for. É o dia que foi esperado, desejado, sonhado. É importante que a criança perceba o nosso entusiasmo, sem ansiedades.

No domingo de Páscoa, cada família tem os seus costumes. Pode ser o pão da Páscoa, um vela, a procura pelos ovos… Na minha infância, eu já acordava e seguia as pegadas do coelho até o ninho, onde encontrava o ovo que ele tinha deixado para mim…

 

Algumas sugestões:

 

– claro que, cedinho, sem a presença das crianças, o coelho da Páscoa escondeu os ovos pela casa, no jardim ou o deixou em um ninho (tudo vai depender de onde você passar a Páscoa. Teve um ano que a minha filha encontrou ovos até dentro da mala de viagem, gavetas…)

 

– é importante que a criança exercite a força de vontade de procurar. Hoje em dia, muitas crianças desistem facilmente. Eu nunca fui adepta de ovo de supermercado. Se alguém quisesse dar de presente, tudo bem. Mas, no dia da Páscoa, o ovo é de coelho, não tem marca! Sempre falei pra minha filha: esses ovos de supermercado são das marcas X e Y, pra alegrar a Páscoa de muita gente. Nós vamos esperar pelo ovo do coelho. Claro que a avó e o tio já davam uns ovos antes do dia… Mas, tudo bem, é carinho. Ela nem aguentava comer tudo porque dividia com todo mundo, distribuía… Minha opção era por ovos caseiros, vários e pequenos, para o coelho conseguir esconder em muitos lugares. E o coelho, danado, sempre escondia em lugares fáceis de encontrar (pra dar um estímulo para a criança continuar procurando) e em lugares mais difíceis (tinha ovo que só era encontrado na semana seguinte…)

 

– no momento da procura pelos ovos, as crianças podem estar ou não acompanhadas dos adultos. Sugiro que se forem pequenas, os adultos as acompanhem para ensinar e estimular a tradição.  No caso dos mais velhos, podem estar mais soltos e independentes. Os ovos recolhidos vão para uma cesta. Não é para achar um ovo, sentar e comer! Vamos recolher todos os ovos e dividi-los igualmente entre todos posteriormente (todas as crianças presentes ou todos os adultos, você escolherá)

 

– enquanto as crianças procuram pelos ovos, nós adultos estamos interiormente ativos, desejando que “encontrem tudo o que desejarem na vida”

 

– como é cedo, a família pode sentar-se para tomar o café da manhã, que não é um café da manhã como o de todos os dias. Tem que ter algo diferente e você verá o que é possível fazer de diferente, dependendo de onde estiver. Pode ser um vasinho de flor, uma toalha de festa, uma vela que será acesa para mostrar que é um dia especial, opções diferentes para o cardápio, um verso diferente antes de comer, cantarem juntos uma canção, um agradecimento pelo dia especial, compartilharem o pão da Páscoa que foi preparado no dia anterior

 

– quando a primeira refeição do dia terminar, todos ficam em volta da cesta e os ovos são divididos. Eu sempre dividi entre todos (na hora de comer o meu, eu oferecia para a minha filha e acabávamos comendo juntas, mais ela do que eu…)

 

– em seguida, é a hora de dar, de presentear. Aquela cesta que foi sendo preenchida com ovos pintados pelas crianças, os desenhos, cartões e até outros ovos de chocolate são entregues à vovó, vovô, tios, madrinha/padrinho, amigos, vizinhos

 

– se você fez o processo com as lagartas e casulos na decoração, é a hora de se transformarem em borboletas!

 

– as crianças podem brincar, comer um ovo e aguardar o almoço de Páscoa

 

E, assim, o dia transcorre…

 

 

DEPOIS – rememorar, repassar as vivências e aprendizados

E, acabada a festa, temos a oportunidade de rememorá-la, comentar, rir, compartilhar as próprias percepções e ouvir as percepções de outras pessoas que estiveram na festa, ver o que poderá mudar da próxima vez e sonhar com a festa do próximo ano. Ter um gostinho de quero mais. Ou de ‘não quero mais’. Tudo isso enriquece.

 

É fundamental termos consciência, como educadores, que ensinamos nesses três momentos do festejar. Isso desperta o nosso olhar para o que fazemos diante da criança em cada um desses momentos de uma celebração.

 

 Segredo: procurar e achar os ovos no domingo de Páscoa é como se fosse o ápice simbólico da festa. É um momento de muita alegria para a criança. E também um momento de grande aprendizado, que pode ser resumido em: procure e acharás. Nós, seres humanos, não estamos sempre à procura do correto caminho interior, do sentido da vida, das respostas para perguntas existenciais? O ovo de Páscoa nos lembra que precisamos ativar a vontade interior de procurar. Procurar algo escondido e achar, é como ganhar o poder da vida.

 

 

EXPLORANDO OS SÍMBOLOS DA PÁSCOA

 

Cada país tem seus costumes e símbolos para a Páscoa. Mas, no geral, vamos encontrar alguns símbolos na maioria das culturas:

 

Coelho: ou lebre (em alguns países). Como dorme durante o dia e fica acordado à noite, é um animal associado à lua. Nos códices dos astecas, a lebre é representada por um hieróglifo “U”, que denomina a Lua. A lebre é associada à Lua entre os chineses, assim como para os celtas e mesmo no Egito Antigo (a lenda de Osíris e Ísis).

Nas lendas de alguns povos, a própria lua é um coelho (ou as manchas claras e escuras da lua seriam coelhos).

Por ser fértil e viver em tocas, é relacionado com a terra, a “mãe” terra, símbolo de constante renovação da vida.

É também símbolo da primavera e da compaixão de Buda.

Veja como fazer um coelho super fofo de tricô: https://www.youtube.com/watch?v=1Dibyj3fPts

 

 

Ovo: é o germe de uma nova vida, de um novo desenvolvimento. Simboliza o elemento que, embora não tenha nada de vivo, traz a vida em si. Por ser o germe da vida, é um símbolo de fecundidade. Na alquimia, a gema foi comumente associada ao ouro e a clara, com a prata. No Cristianismo, o ovo é considerado símbolo da “Ressurreição da Vida Nova.”

Nas concepções místicas de muitas culturas encontra-se o “Ovo Cósmico”, símbolo da totalidade dos poderes criadores que aparece boiando nas águas, ou dele nascem o mundo e todos os elementos, ou como princípio do Céu e da Terra. No Kalevala finlandês, por exemplo, a formação do mundo é descrita a partir do ovo: a casca superior formou o céu, a inferior a Terra; a gema formou o Sol e a clara, a Lua.

 

 

 

Galo ou Galinha: para muitos povos, o galo é um símbolo do sol e do fogo, pois anuncia um novo dia, possui sua crista vermelha e suas esporas mostram a que veio. Já a galinha, coloca seus ovos e os protege com afinco, sendo um símbolo de maternidade cuidadosa e proteção.

 

 Cordeiro ou ovelha: por causa da sua candura, é considerado um símbolo de mansidão, inocência e pureza. Em tempos antigos, era usado em sacrifícios, assim como o carneiro. É também o símbolo de Cristo e sua imolação.

 

 

Ramos: galhos verdes simbolizam a honra, a imortalidade, a vida. Ramos de palmeira eram antigamente associados ao sol.

 

Borboleta: a borboleta é o resultado final de uma metamorfose: ovo-lagarta-crisálida-borboleta. Na antiguidade, era considerada um símbolo da alma, pelo fato de não se extinguir após a morte física. Aqui, temos a morte do corpo, a transformação e o renascer.

Uma história com gestos sobre essa transformação: https://www.youtube.com/watch?v=JBRM3WWQ5sk

 

Podemos explorar esses símbolos, trazendo-os para a nossa celebração da Páscoa, de diferentes maneiras.

As histórias que carregam tais símbolos espalham-se por muitas culturas.

Confira esse conto russo para a época da Páscoa: https://www.youtube.com/watch?v=OBi4-X40DVw

E também uma história contemporânea sobre transformações: https://www.youtube.com/watch?v=vprcozNLbdQ

 

Vivenciar a Páscoa, a cada ano, com alegria e profundidade traz segurança à criança, pois as grandes festividades se repetem, unem a comunidade, criam pontes entre as pessoas.

Nessas ocasiões, a cultura de um povo é transmitida, criando raízes.

Arte, música, histórias, reflexões, leituras são compartilhadas. Os costumes do período criam memórias, que um dia serão transmitidas às futuras gerações.

Vamos então proporcionar às crianças boas lembranças e motivos para quererem sempre festejar, com sua comunidade, transmitindo sua cultura?

Feliz Páscoa!

Ana Flávia Basso, do Educar com Histórias

12 thoughts on “4 dicas para tornar a Páscoa uma festa inesquecível

  1. Que maravilha!!!!
    Muito muito linda a proposta!
    Parabéns por tudo que é!
    Transformando com certeza as crianças interiores de nós adultos!!!!

    1. Olá, Silvia! Bom te ver por aqui também! É muito saber que a proposta que venho trazendo está deixando suas sementinhas no coração dos adultos, para que eles possam contribuir com uma infância mais plena. Abs

    1. Olá, Yara! Que maravilha saber que gostou das dicas desse artigo! Posso te garantir, por experiência, que essas vivências tornam a Páscoa muito mais gratificante para crianças e adultos. Abs

    1. Olá, Yara! Todo educador deve conhecer novas possibilidades de como celebrar, né? Fazer a mesma coisa sempre, sem ver um sentido que ecoe no próprio coração, torna a vivência vazia. Quando a gente se preenche de sentido, as crianças percebem! Abs

    1. Olá, Michelle! Obrigada! Que bom que gostou das dicas e se inspirou! Tenha uma linda Páscoa! Abs

  2. Obrigada,obrigada e obrigada. Amo suas dicas. Que sua luz brilhe cada vez mais. E mais uma vez obrigada por me iluminar e assim eu poder iluminar nossas crianças.

    1. Ah, querida Maria Cecilia, obrigada pelas palavras tão doces e gentis. Que bom que gostou das dicas e se inspirou com elas. Um dos meus objetivos é esse mesmo: inspirar os educadores, para que eles possam enriquecer as vivências das nossas crianças! Abs

  3. Boa demais as suas dicas sobre como fazer uma Páscoa diferente para nossas crianças… Pena que só li depois.Mas ano que vem com fé em Deus farei tudo diferente pros meus sobrinhos!
    Um forte abraço e agradecida pela grande contribuição na educação de nossas crianças.

    1. Olá, Joelma! Que bom que as dicas chegaram até você! Cada ano é uma nova oportunidade da gente tornar a Páscoa mais encantadora e significativa para nós e para as crianças! Tenho certeza que sua próxima Páscoa será inesquecível! Abraços

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