“Não quero! Não gosto! Não estou com fome!”

Alguma vez sua criança te disse isso na hora de comer?

Quando o horário das refeições vai se aproximando, você já sente um frio na barriga porque precisa se preparar para uma batalha?

 

 

 

Calma, hoje a gente vai ver algumas alternativas para te tranquilizar, fazer com que a sua criança coma melhor e que as refeições sejam harmoniosas e agradáveis para toda a família.

 

O que você vai encontrar nesse artigo:

  • 3 atitudes que todo educador deve adotar para estabelecer bons hábitos alimentares
  • 11 dicas pra melhorar a dinâmica das refeições em família
  • 9 histórias encantadoras que te ajudarão na hora das refeições

 

3 ATITUDES PARA DESENVOLVER BONS HÁBITOS ALIMENTARES

 

Quando a gente pensa em alimentação, a gente logo percebe que ela nos acompanha por toda a vida, desde o primeiro até o último dia da nossa existência.

E a nossa relação com os alimentos não é estática: está sempre em movimento, em constante desenvolvimento, pois a cada etapa da vida percebemos novas características e necessidades que se somaram as nossas preferências.

Por exemplo, quando estamos doentes, podemos sentir falta de apetite ou vontade de comer um determinado alimento. Uma gestante tem necessidades nutricionais diferentes de uma pessoa que pratica esportes de alto impacto.

E assim acontece também com as crianças: a cada etapa do desenvolvimento infantil, as crianças apresentam certas necessidades, características e preferências. Por isso, três atitudes são muito importantes por parte dos educadores:

– buscar informações confiáveis sobre alimentação e alternativas saudáveis

olhar para a criança: do que ela gosta, do que não gosta, seu temperamento, suas habilidades, as características que precisam ser transformadas, os desafios, …

– oferecer alimentos diferentes a cada etapa do desenvolvimento, sem se acomodar e se contentar com o que a criança já gosta. Como a alimentação é dinâmica, não podemos desistir! É preciso persistir com criatividade e confiança, pois sabemos que o repertório alimentar tende a crescer se tivermos paciência e oferecermos os alimentos de maneiras diferentes.

 

Ah, e não adianta só saber o que as pesquisas de ponta dizem, o que o médico X afirma sobre alimentação e seguir tudo à risca! É preciso ter a sua criança diante dos seus olhos e do seu coração. É preciso observá-la em sua individualidade e dar tempo ao tempo!

Por isso, se você sente necessidade de mudar a alimentação da sua criança ou mesmo incrementá-la, é sempre favorável ter o acompanhamento de um médico ou nutricionista, pois eles olharão para a sua criança e o seu contexto.

 

11 DICAS PARA MELHORAR A DINÂMICA DAS REFEIÇÕES EM FAMÍLIA

 

Você come de TUDO? Não, né?

NINGUÉM come de tudo! E saiba que a sua criança vai te mostrar suas preferências e também te propor desafios. Tem criança que só come alguns alimentos, outras comem pouca quantidade e os adultos ficam preocupados.

Certas crianças comem muito – e os adultos também ficam preocupados!

Tem criança que não gosta de verduras, legumes e frutas, outras não gostam de carnes… Cada caso nos traz um desafio como educador.

E criar uma guerra na hora de comer só piora tudo!

Eu recebo muitos pedidos de histórias para fazer as crianças comerem mais legumes e verduras, para comerem melhor ou para simplesmente… comerem.

Não sou nutricionista, mas já li muito a respeito do tema, vivenciei a macrobiótica, ayurvédica, vegetarianismo (todas as nomenclaturas) e percebi como é importante experimentarmos novas possibilidades, combinações, temperos… O nosso corpo nos diz o que é bom pra gente.

 

E aprendi que comer vai além do que a gente coloca no prato ou na boca. Comer bem está ligado também ao ambiente em que comemos, à atenção que damos ao alimento, à gratidão que sentimos por todas as pessoas que trabalharam para que aquele alimento estivesse no nosso prato…

Sou mãe e psicóloga e sei o quanto a gente se preocupa em oferecer o melhor para as nossas crianças, mas a nossa rotina corrida exige muito jogo de cintura!

Eu nunca tive problemas com a minha filha: ela não adoecia, não ia ao hospital, sem problemas na escola, era bem tranquila; mas, na hora de comer… Essa foi a única preocupação por anos! (Ainda mais em família italiana).

 

Um dia, quando a levei a um médico excelente com crianças, ele me perguntou como ela era. A única questão difícil para mim era na hora de comer e eu fui logo dizendo: “ah, ela não come nada!” E ele, com toda a sabedoria diante de uma mãe de uma criança de 3 anos, comentou: “Como é que ela vai comer se você acha que ela não vai comer?”

Nossa! Foi uma lição para o resto da vida. Primeiro sou eu, educadora, que tenho que me colocar diante da criança com outra postura, aberta às diferentes possibilidades – e isso serve para todos os possíveis rótulos que colocamos nas crianças, sejam filhos, parentes ou alunos.

Apesar de todas as dificuldades pelas quais passei, as histórias sempre me tiraram de grandes apuros, elas  funcionavam imediatamente!

Mas eu já vou avisando: histórias sozinhas não fazem milagres. Se eu quero que o meu filho coma brócolis, mas eu não sirvo brócolis com regularidade, fica difícil… Se eu não quero que o meu filho fique “beliscando” ao longo do dia, mas alguém em casa o faz…

Antes das histórias, acompanhe as 11 dicas que já podem melhorar a dinâmica das refeições em família:

  1. Criar bons hábitos desde cedo
  2. Fazer X Dizer: o que funciona na hora de comer?
  3. “Aviso prévio”
  4. Vaso de flor na mesa
  5. Explorar os sentidos
  6. Gratidão pelo alimento
  7. Inserir a criança no universo da alimentação
  8. Proporcionar momentos inesquecíveis
  9. Ter “combinados” que ajudam nos limites e negociações
  10. Cuidar da saúde oral
  11. Bom humor e… histórias!

 

1. Criar bons hábitos desde cedo

 

A gente quase nunca está 100% satisfeito com a nossa alimentação – tem sempre algo pra reduzir, aumentar, inserir ou mesmo cortar do cardápio! E como é difícil mudar um hábito alimentar, não é? A gente sua a camisa…

Criar hábitos alimentares saudáveis na infância garante que a criança terá todos os nutrientes importantes para a formação do seu corpo e para o seu crescimento. E também evita problemas de saúde e sofrimentos no futuro (se tiver que passar por dietas e reeducação alimentar). Por que ‘reeducar’ se já podemos educar da melhor maneira?

É muito melhor a gente educar as crianças com bons hábitos alimentares e, por isso, listo alguns hábitos que nós podemos fomentar desde a primeira infância:

– ter horário para comer, pois isso traz tranquilidade e segurança para a criança, evitando ansiedade com relação à comida.

– lavar as mãos antes de se sentar.

– optar por alimentos frescos e, de preferência, orgânicos, evitando industrializados, açucarados, corantes, conservantes etc.

– sentar-se corretamente, com a coluna ereta (sem colocar os pés sobre a cadeira ou a mesa)

– servir-se de pequenas quantidades para poder repetir e não jogar comida fora, aprendendo a evitar o desperdício.

– cuidar das conversas, do que é dito durante as refeições (evitar discussões, brigas, temas polêmicos diante dos pequenos)

 

Essas são algumas ideias, mas tenho certeza de que você já pensou em comportamentos que deseja ver em sua criança e aumentou essa lista. Acrescente a ela hábitos que você e sua família valorizam e querem ensinar o quanto antes a sua criança.

Como diria Sônia Hirsch, jornalista e pesquisadora sobre alimentação, que tanto me ensinou com seus livros: “É a pessoa que escolhe (o que vai comer). Então, é a pessoa que precisa ser educada pra saúde, educada pra se alimentar”.

Inspiremo-nos em suas sábias palavras e comecemos desde cedo com as nossas crianças!

 

2. Fazer X Dizer – o que funciona na hora de comer?

 

A gente sabe que crianças de até 7 anos aprendem basicamente por imitação: elas olham e imitam. Um dos melhores caminhos para criarmos bons hábitos nas crianças é darmos o exemplo.

É importante que elas nos vejam comendo frutas, legumes e verduras com prazer (não adianta mentir porque as crianças sabem quando é mentira).

Só dizer: “é importante para a saúde comer mamão”, não tem muito efeito com crianças pequenas. Dizer: “banana tem potássio”, não quer dizer nada para ela.

Sabendo que fazer é mais importante do que dizer, nossos comportamentos (ações) são mais importantes do que nossos conceitos e explicações sobre a importância dos alimentos.

Portanto, faça diante da criança aquilo que você quer que ela aprenda!

 

3. “Aviso prévio”

 

Muitas vezes a criança está no meio de uma brincadeira ou atividade e o educador (mãe, pai, babá, avó, tia) chama para comer e quer que a criança largue tudo na hora para vir para a mesa. Não é muito justo e, muitas vezes, a tensão e a gritaria já começam aí.

Sempre usei o “aviso prévio” nessas situações: 5 minutos (ou 10 minutos) antes de ter tudo à mesa, eu já avisava que era hora de finalizar a brincadeira para vir comer. Assim, a criança tem tempo de se preparar para largar uma atividade e passar para outra, sem sentir-se atropelada.

 

4. Vaso de flor na mesa

 

A gente se preocupa tanto com o que está dentro do prato e da boca da criança que se esquece de que todo o ambiente que permeia o ato de comer é importante.

 

Ter uma mesa bem arrumada, com um vasinho de flor fresca, silêncio, aparelhos eletrônicos desligados (e longe da mesa), já convidam a criança a entrar num outro ambiente, com outra postura.

(E esse vasinho pode ser preparado com a criança, com alecrim e ramos do jardim ou de uma praça próxima de casa!)

 

Teve uma época em que eu chamava para a refeição com um sininho bonito e agradável, que ficava na cozinha. Foi um momento bem especial.

Podemos também cantar uma música calma e alegre para lavar as mãos e vir comer.

 

É fundamental mostrarmos que a hora da refeição é importante e é tratada como tal em nossa família/ casa/ escola.

 

5. Explorar os sentidos

 

Comer envolve vários sentidos, além do paladar, não é?

Por isso, é importante chamar a atenção da criança para:

– o cheiro das diferentes comidas,

– as cores que compõem o prato,

– o som de uma colher entrando em um ensopado que é diferente do som de uma faca cortando um pão,

– os sabores, texturas e temperaturas na língua.

Comer é um convite para apreciarmos a beleza dos alimentos transformados e também para entrarmos em contato com o nosso corpo e nossas percepções que nos aproximam do mundo através dos alimentos!

 

6. Gratidão pelo alimento

 

Independentemente de ter ou não uma religião, sentir gratidão pelo alimento que nos é servido transforma a nossa relação com a comida. Se eu paro um instante diante da mesa repleta de alimentos e agradeço, é muito diferente de sair comendo e se empanturrando.

Tem famílias que fazem uma oração, outras cantam, outras simplesmente agradecem em voz alta. Muitas vezes, em casa, nós agradecíamos à Mãe Natureza e a todos que trabalharam para que aquele alimento estivesse em nossos pratos, inclusive à Elisete, nossa querida ajudante/amiga/cozinheira/babá que tinha cozinhado e se sentava com a gente para comer, ouvir nossos agradecimentos e explicar como tinha preparado tantas delícias!

 

7. Inserir a criança no universo da alimentação

 

Atualmente, muitas crianças mal sabem identificar um pepino, uma abobrinha, um rabanete. Para a criança é muito chato decorar nomes de legumes e frutas a partir de ilustrações ou participar de atividades esporádicas que queiram ensinar sem trazer o lúdico e o fazer – ‘colocar a mão na massa’.

Há várias maneiras de colocarmos a criança em contato com os alimentos, de forma que elas criem intimidade, aprendam e se divirtam:

– cuidar de uma horta ou vasinho de ervas – plantar, regar, cuidar, podar, colher e preparar o alimento ensinam na prática como dá trabalho e como essa é uma atividade nobre (e não importa o tamanho da horta).

– ir à feira, cheirar, provar, escolher, pagar.

– ajudar a fazer a lista de compras (desenhando, quando não sabem escrever ou escrevendo, para os maiores).

– ir ao supermercado, acompanhando a lista e riscando o que já foi pro carrinho de compras (se quiserem levar algo além da lista, você pode ter o combinado de que podem escolher 1 item “extra”).

– ajudar a arrumar as compras em casa.

 

– colaborar na hora colocar a mesa.

– participar ocasionalmente do preparo dos alimentos – cozinhar (lavar, separar, escolher, cortar, tudo dependendo da idade e habilidades da criança). Lembrando que, quanto mais eu treino, melhor eu consigo fazer.

– tirar a mesa.

– lavar a louça – claro que ela não vai lavar toda a louça! Mas pode começar lavando algo de plástico, que não quebre, sempre sob a supervisão de um adulto.

– visitar plantações, hortas, pomares.

– preparar biscoitos/bolo/torta para presentear alguém – vovó, professora, coleguinha. Com isso, aprende a valorizar os alimentos e a fazer algo com as próprias mãos (e não só a comprar pronto).

Se você quer aprofundar a reflexão, eu sugiro o documentário “Muito além do peso”: https://www.youtube.com/watch?v=8UGe5GiHCT4

 

8. Proporcionar momentos inesquecíveis

 

Muitas vezes, saímos para comer em algum restaurante e este se torna um ‘evento’, uma ocasião especial. Mas podemos criar momentos especiais em casa, em que algo diferente aconteça em relação ao ato de comer.

– fazer um almoço especial em que a criança possa trazer ‘convidados’ (digo, alguns brinquedos, bonecos, bichos de pelúcia, que terão um lugar à mesa). Todos se divertem e a criança aprende a cuidar, dar comidinha, receber um ‘convidado’.

– uma etapa posterior é poder convidar um amigo ‘de verdade’, que venha tomar um lanche ou almoçar em casa e brincar. Sua criança pode participar da escolha do que será servido, perguntando antes ao amigo do que ele gosta e do que ele não gosta de comer. E pode ajudar um dia antes preparando um biscoito para receber o amigo, por exemplo.

– tomar um café da manhã ou fazer uma refeição no quintal (se você morar em uma casa), na sacada (em apartamento) ou mesmo numa mesinha diferente ou com uma toalha no chão (‘pique-nique’ dentro de casa)

– numa ocasião especial, ganhar o café da manhã na cama, numa bandeja bem arrumada. (Aqui em casa, quem faz aniversário ganha café na cama)

– preparar um jantar à luz de velas para a família

– comer seguindo os costumes de um outro povo (com hashi/ palitinhos, com as mãos) e preparar um cardápio típico, é claro!

– fazer um pique-nique num parque ou praça

 

Todas essas sugestões são para criar boas lembranças envolvendo o ato de comer!

 

9. Ter “combinados” que ajudam nos limites e negociações

 

Quando a gente combina antes, fica mais fácil exigir depois. E, além disso, é justo a criança saber de antemão as regras da família através dos “combinados”.

Ah, detalhe: é essencial que os combinados sejam respeitados por TODOS da família.

– posso comer mais do que eu gosto, mas tenho sempre que experimentar algo novo, que esteja na mesa. Isso vale para cada refeição. Tem famílias que combinam que é preciso comer de tudo um pouco. Mas eu nunca fui adepta desse combinado porque tem dias em que tem mais pratos que agradam a uma pessoa do que a outra. Então, preferi combinar que uma coisa diferente ou que você não goste tem que ir para o seu prato. E cada um pega o quanto quiser daquilo que não gosta, mesmo que sejam 2 grãos de grão-de-bico…

Se sirvo um prato com berinjela e minha filha não come berinjela, ela tem que experimentar um pedacinho. E não adianta dizer: “ah, já experimentei berinjela outro dia e não gostei!” porque aquela era outra berinjela e outra receita. E mesmo se eu segui a mesma receita, nunca sai igual! Esse combinado sempre deu certo em casa. (E, se quiser colocar na boca junto com outra comida, vale, mas tem que comer um pedacinho de algo diferente). O que eu ensino com isso? A estar aberto ao diferente, a experimentar, a ter coragem!

– eu me sirvo de pouca comida, experimento e repito o que quiser, sem jogar comida fora. O que eu ensino com isso? A prestar atenção aos sabores, a perceber do que eu gosto mais e do que eu gosto menos, a comer uma quantidade em que eu saia da mesa me sentindo bem (sem me arrastar ou sem sentir fome em meia hora), a atentar para quando exagero (e como me sinto quando faço isso), a evitar o desperdício.

 

mastigar bastante! A gente sabe que a digestão começa com a mastigação. Então, vale contar, brincar com os números, perguntar se a comida virou papinha de passarinho etc.

– sentar-se direito, com a coluna reta, com uma “coroa na cabeça”!

– NUNCA se sentar à mesa com eletrônicos. Hora de comer, é hora de comer (nem preciso dizer sobre comer assistindo TV). E isso vale para TODOS, inclusive amigos e convidados!

– se um dia não quiser comer, quando sentir fome comerá a refeição e não lanchinhos e guloseimas. Isso evita muitas negociações e barganhas.

– guloseimas são permitidas aos finais de semana, com moderação (“sair da linha” é para um momento especial, um aniversário, um sorvete no calor). Quando a criança passa a semana “comendo bem”, ela nem tem vontade de abusar de doces e alimentos gordurosos no final de semana. Isso deveria valer para TODOS da família.

 

10. Cuidar da saúde oral

 

Cuidar da higiene bucal faz parte também do ato de comer. Escovar os dentes deve ser um momento gostoso! A gente pode cantar; pode separar um banquinho para criança subir e ficar “como gente grande” na altura da pia; podemos ter uma escova de dentes “mágica”, que limpa os dentes das crianças que comeram direitinho, deixando-os como diamantes…

 

A criança aprende desde pequena a cuidar da escovação sem a ‘neura’ dos bichinhos que ‘vão comer o seu dente’. E assim, eu ensino pelo positivo e não a ter medo de bichos na boca… (como eu tinha medo desses bichos!)

 

 

11. Bom humor e… histórias!

 

Depois de tantas dicas pra transformar o momento de comer em algo positivo, agradável e com boas memórias, chegamos às histórias!

Usar uma história em um contexto específico – no caso, para a alimentação – é saber que as imagens e símbolos da história vão nos ajudar a:

  • transmitir valores,
  • mudar comportamentos,
  • colocar a criança  em um estado receptivo para novas ideias e transformações
  • nos comunicarmos com a criança na sua linguagem lúdica, que é metafórica e usa imagens e a imaginação.

 

9 HISTÓRIAS ENCANTADORAS QUE TE AJUDARÃO NA HORA DAS REFEIÇÕES

 

Se eu quero ensinar a criança a tomar chá (de preferência um chazinho de ervas colhidas pela própria criança e sem açúcar!), posso usar a pequena história do vídeo “Vamos tomar um chá?”

Link: https://www.youtube.com/watch?v=PSLhokL9T0Y

 

Se eu tenho quero inserir um novo alimento no cardápio da criança, posso me inspirar na história “O conto da beterraba”. E substituo a beterraba por outro vegetal! Veja o vídeo “Vermelho ou azul?”

Link: https://www.youtube.com/watch?v=ze6I3MRsLEk

 

Se tenho que lidar com uma criança que reclama da comida servida ou que quer sempre escolher o que come, essa história é fantástica: “Pedro, o coelho”, do vídeo “Hum… Alface e cenoura!”

Link: https://www.youtube.com/watch?v=wrJAzdpeEQM

 

Se eu lido com crianças que aprenderam a zombar de alguém que é gordinho ou de alguém magro, podemos usar a história “As duas sanfonas”.

Link: https://www.youtube.com/watch?v=T-_chwQMlyo

 

Se eu quero ensinar a compartilhar o alimento e a sentir gratidão, é só conferir a linda história “A frigideira”.

Link: https://www.youtube.com/watch?v=1Uw1-y4CJzE

 

Se quero ensinar sobre o ciclo das plantas (se semente a árvore,), a história “Joãozinho, semente de maçã” é perfeita! A história está no link a seguir:

https://www.facebook.com/anaflaviabassohistorias/photos/a.615960828535296.1073741828.572943082837071/962084103922965/?type=3&theater

 

Se quero  estimular a criança a comer qualquer alimento, transformando-se em uma “raposa esperta e faminta”, veja a história “O caso do Bolinho”.

Link: https://www.youtube.com/watch?v=-_rOhOZ0Xf4

 

Se quero ensinar como os alimentos são especiais e como existe uma estrela dentro de uma maçã, posso usar uma das versões da “História da maçã”:

LINK 1: https://www.youtube.com/watch?v=Ert6rP80LQU

LINK 2: https://www.youtube.com/watch?v=5Q1pXQ1A8-4

 

Essas foram as reflexões de hoje e espero que elas te ajudem a tornar suas refeições mais harmoniosas, ajudando sua criança a comer melhor!

Se quiser ainda outras dicas, indico dois artigos desse site, com o tema alimentação:

Link: http://anaflaviabasso.com.br/index.php/2017/02/12/saiba-como-as-hi…a-a-comer-melhor/

Link: http://anaflaviabasso.com.br/index.php/2016/08/31/chapeuzinho-verm…finais-de-semana/

 

Um forte abraço!

Ana Flávia Basso

 

6 thoughts on “9 histórias infantis encantadoras que podem te ajudar na hora das refeições

  1. Ana, adorei as dicas!! Só espero conseguir colocá-las em prática com várias crianças ao mesmo tempo, pois cuido das crianças na hora das refeições em uma creche.

    1. Olá, Paula! Que bom que você gostou das dicas! Para colocá-las em prática, pegue a essência delas e adapte ao seu contexto. Agora que você leu as dicas e elas estão na sua cabeça, borbulhando, tenho certeza de que, quando estiver com as crianças, você terá insights com ideias de como colocá-las em prática. Comece com aquela que você achar mais fácil e observe como repercute nas crianças. Devagar, você vai inserindo as outras dicas e transformando o seu contexto de trabalho. As crianças sempre nos ajudam quando temos um propósito, não é? Com meus alunos era assim e, acredito que você já tenha vivido algo parecido – eles nos ensinam diariamente. Abraços.

    1. Olá, Simone! Bom te ver por aqui. Que bom que o encantamento chegou até você. Obrigada por divulgar e ajudar a mensagem chegar a mais pessoas.
      Abraços, Ana

  2. Este artigo tá sensacional! Parabéns! Súper abrangente e “real”. adorei!
    Vou indicar par aos pais dos meus alunos! Muito obrigada!

    1. Olá, Roberta!
      Que bom que gostou! Tentei escrever algo que misturasse conceitos com dicas úteis para o dia-a-dia.
      Fico feliz por saber que você indicará aos pais dos seus alunos, pois sei que mais famílias e mais crianças poderão se beneficiar.
      Um forte abraço, Ana Flávia Basso

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